É o que mais me tem custado nos últimos tempos, em que o meu afastamento (bem devagarinho) tem sido gradual e tem tido resultados positivos (pelo menos, passo noites descansadas em casa e quase que já não me telefona).
O chat durante o período laboral é que tem sido mais complicado de acabar de vez... mas a conversa tem sido pouca e sobre coisas bem banais, que quase não incluem menções a todas as confusões que tem em casa e que, sinceramente, a mim já não me interessam. Apenas me deixam "doente" por tamanha estupidez continuar!
É nestas "conversas" no chat que a pressão psicológica, ou a chantagem psicológica, como lhe quiserem chamar, vem ao cimo! É quando eu digo, por exemplo, que não quero saber mais nada, que sou acusada de querer abandonar agora o barco. Tenho me defendido, acho que muito bem até, porque não lhe tenho poupado nenhuma. E até já lhe disse que não sei se ainda o amo... que já me apercebi que eu é que idealizei alguém que amava que afinal não existe. Mas depois vêm as respostas fantásticas tipo "eu realmente não presto, não valho nada, faço tudo mal..." e eu já estive bem mais longe de lhe dizer que provavelmente não é mesmo homem para mim. Aliás, com aquele feitio, tenho sérias dúvidas que alguma vez seja homem para alguma mulher.
Estou a comportar-me de acordo com a máxima que decidi adoptar: não vou ter qualquer futuro com ele, pelo menos da forma como ele neste momento é, e não me posso sentir responsável ou comprometida se ele sair agora de casa (será que decidiu mesmo isso?? eu não tenho visto nada, mas pronto!) e eu já não estiver mais à espera, porque entretanto a espera, desesperou-me, desiludiu-me e magoou-me bastante.
E é mesmo como já várias pessoas me disseram: ele não me ama! Neste momento já é obsessão. E eu quero é paz e não confusões, daqui para a frente.
Portanto, vai continuar o meu afastar bem devagarinho, até que já não haja mesmo mais nada.
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